sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Tema do dia. Sociedade.
Assim, evitarás muitos aborrecimentos.
É como quem diz, fia-te na virgem e não corras, e ................
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
POBRES DOS NOSSOS RICOS
Quem disse que o poeta é um sonhador.
Eu diria mais um filósofo.
POBRES DOS NOSSOS RICOS
A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.
Mas ricos sem riqueza.
Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados.
Rico é quem possui meios de produção.
Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.
Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro, ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos".
Aquilo que têm, não detêm.
Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros.
É produto de roubo e de negociatas.
Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram.
Vivem na obsessão de poderem ser roubados.
Necessitavam de forças policiais à altura.
Mas forças policiais à altura acabariam por lançá-los a eles próprios na cadeia.
Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade.
Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem...
Excelente definição de riqueza, esta de Mia Couto.
Portugal precisa de muitos ricos e não de endinheirados.
Mia Couto - Poeta Moçambicano
Mia Couto, António Emílio Leite Couto nasceu na Beira, (Moçambique) a 5 de
Julho de 1955.
Prémios
• 1995 - Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos
• 1999 - Prémio Vergílio Ferreira, pelo conjunto da sua obra
• 2001 - Prémio Mário António, pelo livro O último voo do flamingo
• 2007 - Prémio União Latina de Literaturas Românicas
• 2007 - Prêmio Passo Fundo Zaffari e Bourbon de Literatura, na Jornada Nacional de Literatura
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
UMA EXPERIÊNCIA SOCIALISTA... EM 1931.
Depois de 80 anos passados, as mentalidades não evoluíram nada, e receio bem, que não viva o suficiente para assistir, a uma mudança de mentalidades, mais evoluídas, capazes de distinguir, entre o melhor e pior, para cada um e logo para todos, com o fim de atingir uma sociedade mais justa, mais digna.
Sim parece que já há países na velha Europa que conseguiram lá chegar, mas aqui nesta parte ocidental parece que não está fácil de atingir esta meta.
Uma experiência socialista... Em 1931.
Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas tinha, uma vez, chumbado uma turma inteira. Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".
O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas". Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria.
Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...
Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.
Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.
Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas.
Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos.
O resultado, a segunda média dos testes foi 10.
Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.
As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.
No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.
Portanto, todos os alunos chumbaram...
Para sua total surpresa.
O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", disse, o professor,
"o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."
O pensamento abaixo foi escrito em 1931.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos.
O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais
a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Resultado das Presidenciais em Rio de Moinhos
Resultados totais das duas mesas, da eleição para Presidente da Republica 2011
Freguesia de Rio de Moinhos Cavaco Silva 308 54,51% Manuel Alegre 102 18,05% Fernando Nobre 83 14,69% Francisco Lopes 39 6,90% José Coelho 28 4,96% Defensor Moura 5 0,88% Total eleitores Inscritos: 1.211 Não Votaram 616 50.87% Nulos: 10 1,68% Brancos: 20 3,36%
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
MORAL DA HISTÓRIA
Um coelhinho felpudo estava a fazer as suas necessidades matinais e quando olha para o lado, vê um enorme urso a fazer o mesmo. O urso vira-se para ele e pergunta:
É coelhinho, tu soltas pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- Nunca! Venho de uma linhagem muito boa….
Então o urso agarrou o coelhinho e limpou o c/ com ele.
MORAL DA HISTÓRIA: CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS!
PENSA BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Olá amigo urso! Com toda essa pinta de bravo, forte e machão vi - te ontem, dando o c/ a um coelhinho felpudo.
Já contei a toda a gente!
MORAL DA HISTÓRIA:
PODES SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRA-TE DE QUE EXISTE SEMPRE ALGUÉM MAIS FILHO DA P*** QUE TU!
"O problema deste País é que, quem elege os governantes não é a malta que lê jornal, mas quem limpa o c/ com ele!"
domingo, 16 de janeiro de 2011
Outra vez os Submarinos.
Haja bom senso, a notícia não o é, e só prejudica Portugal e os portugueses
Sábado, 15 de Janeiro de 2011
Com a devida vénia ao Blog do Dr. José Maria Martins.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Uma prenda de Natal !
O Sr. Dr. Eurico Consciência, na sua crónica de Maldizer, no Jornal do Ribatejo de 24 Dezembro 2010, (Onde se pede uma prenda de Natal ao Sr. Primeiro Ministro), aborda vários temas de muito interesse, tendo como lema principal a voz do povo ora se: - a voz do povo é a voz de Deus - logo não pode deixar de estar mais assertiva a sua crónica, que passo a transcrever com a devida vénia, e prestando a minha justa homenagem a tão ilustre, advogado.
Quem fez a casa na praça a muito se aventurou – diz o povo que sabe tudo e nunca se engana. Nisso parece-se com o Sr. Presidente da Republica; mas, no que toca a dúvidas, já a cantiga é outra, porque o Sr. Presidente raramente as tem. Só tem dúvidas às vezes, e nós, os do povo, temos sempre dívidas, quero dizer dúvidas. Muitas dúvidas (e dividas também – verdade se diga). Sempre.
Duvidamos das intenções dos políticos, dos propósitos dos banqueiros e da lisura de certos empresários que enriqueceram obscenamente depois do 25 de Abril, sendo agora sócios da (e quase tão ricos como ela) da angolana Isabel dos Santos, apesar de nunca ter havido petróleo em Portugal. Já nem estamos seguros de que a verdade seja exactamente o contrário do que os políticos afirmam.
E até já começamos a duvidar de que os directores dos grandes clubes de futebol lá estejam por amor ao clube. Muitos duvidam dos amores do Pinto da Costa ao Porto, do Rui Costa ao Benfica e do Bettencourt ao Sporting, porque esses amores são pagos com montões de contos, coisa que repugna ao amor, porque a paga do amor só pode ser o amor, como ensina o povo: amor com amor se paga.
Começamos a duvidar até do vizinho, só porque ele ganha menos do que nós e comprou carro novo e a sua esposa “luxa” muito…
Pois quem fez a casa na praça….
Pois foi. E quero pedir uma coisa ao Sr. Eng.º Sócrates, nosso primeiro, que começou muito bem – descontando aquela coisa de no discurso da posse ter tratado, dando-lhe foros de problema nacional prioritário, das férias dos Juízes. Deveria ter sido o seu Ministro da Justiça que lhe soprou essa. (Esse ministro foi aquele Dr. Alberto Costa, que se dizia advogado, mas pouco ou nada sabia dos Tribunais. Mas foi ministro da Justiça!).
Pois começou bem, reformas atrás de reformas e com ares de rija determinação. Mas as coisas não correram bem. Aquele Dr. Costa não era o único…
Acontece. A vida tem coisas destas.
Pois vou-lhe pedir uma prenda de Natal: Vossa Senhoria dispôs-se a governar os portugueses, de que já os romanos, etc., etc.
Ganhou o relevo consequente, e quem fez a casa na praça….
Vossa Senhoria tem que nos dar uma alegria neste Natal. As coisas já estão mal agora e vão agravar-se nos próximos tempos. Andamos carrancudos, desmoralizados, desmotivados, tristes. Alegre-nos neste Natal. Não com bolos-rei (com papas e bolos só se enganam os tolos) nem com luzes tremelicantes. Dê-nos a prenda que fará felizes, nesta negrura, milhões de portugueses: demita-se
