terça-feira, 23 de novembro de 2010

O TRÂNSITO V

“As más leis são a pior espécie de tirania”
(EDMUND BURKE)
O mesmo se passa com a circulação de trânsito que nos impuseram, sim impuseram, se ouve debate público? Sim ouve, mas e os resultados, não se viram, foi tempo perdido, foi só para calar a boca ao Zé, e dar um ar de democracia sim porque somos todos muito democratas, ó se somos, mas quando chega a hora da verdade, alto lá, quem manda sou eu, e eu é que sei, e baseado nestes princípios, o resultado está á vista já lá vai quase (1) ano, e as coisas na mesma como a lesma, como diz o povo e muito bem, (quer dizer se fosse como a lesma, ainda vá lá pois a lesma sempre anda alguma coisa), pois a postura de trânsito contínua, a mesma de quando foi colocada, continuamos pois senhores responsáveis por esta situação, a aguardar que seja resolvida a contento, pois para isso se fez um Abaixo-assinado, para mostrar que algo não está bem, e que deve ser resolvido, melhor já devia estar resolvido.

Um bem haja, e um bom dia para todos.

domingo, 21 de novembro de 2010

RECOLHA DE SANGUE EM RIO DE MOINHOS

A Associação Humanitária de Dadores de Sangue da Freguesia de Tramagal (AHDSFT), com o apoio do Instituto Português do Sangue, vai levar a efeito mais uma recolha de sangue, em, Rio de Moinhos, Abrantes, no dia 27 (Sábado) de Novembro de 2010, no Centro de Saúde local, no período entre as 9h00 e as 13h00 horas.

Dar sangue é dar vida!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Dar sangue é dar vida


Dar sangue é dar vida
A Associação Humanitária de Dadores de Sangue da Freguesia de Tramagal, no âmbito da acção que tem vindo a desenvolver para a recolha de sangue junto das populações, promove mais uma iniciativa no próximo dia 28 de Outubro, entre as 9,00 horas e as 13,00 horas e a 15,00 horas e as 18,00 horas, na ESTA - Escola Superior de Tecnologia de Abrantes junto à Biblioteca Municipal.
Dê sangue!
Dar sangue é dar vida!

Hoje por outros, amanhã por nós.

Os meus agradecimentos ao Lagamart por esta informação de utilidade pública.

Lá estarei da parte da tarde.






quarta-feira, 20 de outubro de 2010

De mãe para mãe...


Este e-mail recebido á pouco lembrou-me o que se passou não há muitos dias na estação de serviço da A23. (Área de Abrantes/Mouriscas), esta missiva tem a finalidade de mostrar todas as regalias de que gozam os indivíduos, autores de assaltos, roubos e assassínios, em desfavor dos cidadãos, que sentem prejudicados, com todas estas situações.

 
Assunto: FW: Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP1

De mãe para mãe...

Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.

 
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.

 
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc.

 
Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho. A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.

 
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusive aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

 
Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família. No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...

 
Ah! Já me esquecia: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso. No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".

 
Para terminar, ainda como mãe, peço por favor: Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...

 
Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!

sábado, 25 de setembro de 2010

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA



ASSEMBLEIA DE FREGUESIA  DE  RIO DE MOINHOS

Vai realizar-se no dia 29 de Setembro de 2010 (próxima quarta-feira), pelas 21h00, no Edifício da Sede Social de Rio de Moinhos, a 3ª Sessão Ordinária da Assembleia, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto 1: Período antes da ordem do dia.


Ponto 2: Proposta de alteração ao trânsito em Rio de Moinhos.


Ponto 3: Outros assuntos de interesse para a freguesia.



Sendo esta Assembleia, o ponto crucial no debate, sobre o tema “Alteração ao trânsito” era de bom-tom a comparência, de todos aqueles, que tanto tem criticado, toda esta situação e toda a sua envolvência, pois ali em plena assembleia, é que se devem expor os prós e os contras, e onde cada um tem o direito de dar a sua opinião, contribuindo para a solução do problema, de forma democrática, e civilizada.
Os meus votos de um bom debate.



Ps: O Benfica vai jogar, os meus votos para uma vitória.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ora diga lá…

O jornal semanário regional ABARCA na sua edição de 9 de Setembro de 2010, na rubrica Ora diga lá… colocou algumas questões, a três leitores da Praia do Ribatejo, de entre elas, destaco uma a nrº2 O que gostava que fosse feito nesta freguesia? Resposta de um leitor identificado, homem de 77 anos. “Empenho em resolver o problema da ponte. Há argumentos que nos deixam desconfiados: se não há condições para o trânsito rodoviário, como é que há para o trânsito ferroviário se os pilares são os mesmos?”Bem aqui reside o busílis da questão, e eu volto a repetir, há argumentos que nos deixam desconfiados, e de orelhas arrebitadas, gostaria de dizer mais umas coisas, mas para bom entendedor meia palavra basta. Este leitor em poucas palavras disse muito.  

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Abertura do Ano Lectivo 2010/2011

Ao pesquisar no Faceboock, encontrei este texto curioso que está perfeitamente actual, já antes e como nos dias de hoje a educação nas escolas primárias era e é o pilar base para um bom sucesso nos estudos e na vida. Oxalá todos tivessem a sorte que me calhou de ter um professor como o saudoso Professor Primário Álvaro Damas.

Carta atribuída a Abraham Lincoln enviada ao professor do seu filho

"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, por cada vilão há um herói, que por cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que por cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros do céu, as flores do campo, os montes e os vales.

Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos. Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.

Ensine-o a ouvir a todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando esta triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram. Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.

Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.

Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.

Eu sei que estou a pedir muito, mas veja que pode fazer, caro professor."



Abraham Lincoln, 1830



Nota - Já depois de publicada esta nota fui alertado para a possibilidade desta carta não ter sido escrita por Lincoln. É mesmo essa a opinião dos maiores especialistas americanos na obra desse grande Presidente dos Estados Unidos. Mesmo assim, deixando aqui este alerta, decidi manter o texto no Facebook por considerar que ele é lindíssimo.

Com um abraço ao meu amigo e camarada de armas António Campos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Portugal cada vez mais periférico - O estado da Justiça


Tiro o meu chapéu a mais um excelente post sobre a situação da nossa Justiça. Pois mais uma vez o Sr. Dr. JMM, diz sem assombro, pondo o dedo na ferida, fazendo o ponto de situação. Sendo verdade que a justiça devia ser cega, como representa a figura que segura a balança, na verdade na prática sabemos que a justiça funciona para o lado mais poderoso economicamente, e também mais influente politicamente. Tem esta situação muito a ver com um comentário que li algures, mas que rabisquei, e guardei “Porque abdicamos de direitos, e porque nos abstivemos nos deveres”, no fim todos somos culpados, porque deixamos que outros resolvam por nós.

Portugal cada vez mais periférico - O estado da Justiça

 

Não tenho a mínima dúvida que os juízes portugueses são tão bons como os juízes de França, da Alemanha, da Suécia, por exemplo.



O problema da Justiça portuguesa reside onde sempre esteve: no Poder Politico que delineou mecanismos para dominar o Sistema de Justiça de forma a torna-lo inoperativo em relação aos grandes e graves problemas: a corrupção, a impunidade dos que detêm o Poder Politico e seus amigos, os que vivem dos negócios escuros do trafico de influencias.



Os juízes e o Ministério Publico estão controlados actualmente, o que gera enormes problemas a todos os níveis, incluindo o económico.



Enquanto não houver uma mudança radical neste estado de coisas Portugal cada vez mais caminha para a periferia da Modernidade, da Democracia.



E contra este estado de coisas que temos de lutar.



Claro que mais 5 ou mais 10 anos e teremos em Portugal uma Comissão Administrativa da União Europeia a governar ou então o dilúvio com uma guerra civil, pois a pobreza, a miséria, vão impulsionar o Povo a reagir.



Como se sabe o Povo Português não é muito brando, sabendo-se que dos anos de 1908 a 1928 ocorreram assassinatos vários, incluindo o de um Primeiro-ministro, António Granjo.



Seria óptimo que o próximo Governo - depois do PS - tivesse uma politica de mudança, combatendo os factores que entravam o nosso desenvolvimento.



E essa politica tem de dar especial atenção ao sector da Justiça.

Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010
Publicada por José Maria Martins em 10:33

Com a devida vénia ao Blog Dr. José Maria Martins

Um bem-haja Sr. Dr. José Maria Martins.









quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Estado com coração

Bem cá estou de volta, "não há bem que sempre dure nem mal que sempre se ature" como diz o povo na sua sabedoria, e logo a para começar a por em dia as notícias dou de caras com este comentário no Correio da Manhã. Fiquei a pensar nestas palavras, e fiquei com a impressão, que nem todos estão adormecidos pelas palavras bonitas, dos nossos governantes, e já se vão ouvindo gritos de alerta, será tarde para que o povo acorde desta letargia? Bem enquanto houver dinheiro para subsídios….


Estado com coração

Por: Luís Campos Ferreira, Deputado e Prof. Universitário

Muita da esquerda continua irresponsavelmente pregada a dogmas. Ouvimos vozes estafadas vestirem a ferrugenta armadura de guerreiros de esquerda e assumirem o papel de guardiões do Estado-social ou Estado-providência. Estas vozes não passam de silêncios reais e indiferentes perante uma "festança financeiramente obscena do seu ser supremo: o Estado", que em muitos casos já deu o que tinha a dar, e na maior parte dos casos não dá o que tem obrigação de dar. É que o Estado não tem natureza mágica, os seus recursos não nascem de geração espontânea e os seus excessos conduzem-nos à sobrecarga de impostos e à filosofia da miséria.



Estamos saturados de dogmatismos histórico-falidos e de discursos empolados mas não justificados pelo exemplo no dia-a-dia. É o clamoroso abismo entre a palavra meiga socialista e o impacto prático da sua governação e das suas medidas. O politicamente correcto da esquerda passa por uma linguagem destinada a adormecer o povo e a dissimular a deficiência da sua acção política. Classificar de Estado-social um Estado que gasta mal o que não tem e que não investe bem o que tem, é trocar os rótulos às coisas. Sob o pretexto do Estado-social temos institutos públicos a mais, temos um sistema de justiça que não funciona, um sistema de saúde que trata os ricos da mesma forma que os pobres, uma política de educação que privilegia a falta de autoridade dos professores e incentiva à preguiça, temos administradores de empresas públicas que ganham mais num mês do que um trabalhador num ano, um sector empresarial público que consome os impostos das empresas e dos cidadãos, fomentamos a cultura do não trabalho e da subsídio-dependência e endividamos as gerações futuras. Este não é o Estado-social. Este é o Estado do absurdo. É a guloseima dos impostos que sustenta a ditadura ávida do Estado. A esquerda que defende este Estado é a esquerda das palavras, que já não tem conteúdo senão estilo de linguagem tão tipicamente afectivo como hipócrita, um estilo malandro. Não é prescindir do Estado de que se trata; se o Estado não existisse tinha de ser inventado, mas não um Estado egoísta. Eu quero um Estado com coração! Se continuarmos a viver só de slogans o Estado-social que já se está a afundar corre o risco de encalhar para sempre. Esta é a hora da escolha! Ultrapassar a evidente crise, pondo o Estado no seu devido sítio, ou caminhar ao som de um coro de vozes para a irremediável agonia do Estado-social, que essas mesmas vozes tanto folcloricamente proclamam mas que na realidade só arruínam.

In: Correio da Manhã 12 Ago. 2010

sábado, 24 de julho de 2010

Eu não estive lá mas sou solidário.

Eu não estive lá mas sou solidário com todas as iniciativas, que visem o desenvolvimento da nossa região, e neste caso é de indiscutível necessidade construção de uma ponte em Constância para subsituação da velha ponte rodo-ferroviaria, é necessária e urgente, que se construa. Só é pena é termos chegado a este ponto, e agora terem de ser tomadas estas medidas drásticas, de cortes de ponte a todo o tráfego, com todos os inconvenientes e transtornos para todos os utentes que diariamente tem de a utilizar nas suas deslocações para os locais de trabalho, e vice-versa.

A Câmara Municipal de Constância, em colaboração com o Governo (MOP) não deveria já há muito ter providenciado a construção de uma nova ponte? Se o fez, deve informar de todas as diligências efectuadas nesse sentido. Esta ponte já se sabia que estava desde a sua requalificação muito limitada, e com o aumento do trânsito e aumento da tonelagem, por veículo, mais depressa essa degradação se acentuaria, era pois de ter estas situações em conta, e não termos de chegar a situações de extremos de cortes de vias que não beneficiam ninguém, antes pelo contrário só acarretam mais prejuízos.

Desconfio por outro lado que pode haver algum aproveitamento em relação à construção da Ponte do futuro IC9, sem por em questão esta, pois considero, ambas de um interesse vital para o desenvolvimento local e regional, como elos de ligação das duas margens do Rio Tejo, pois já o nosso 1º Rei Afonso Henriques teve o mesmo problema, quando se deparou com tanta agua, “então como passo para alem-tejo?”