quarta-feira, 27 de junho de 2012

11 por todos, todos por 11


Faltam poucas horas, para a realização do encontro decisivo Portugal/Espanha, estão a fazer 627 anos, 14 de agosto de 1385, dia da batalha de ALJUBARROTA, Portugal então com uma grave crise, e contra todas a espectativas, conseguiu uma vitória face às poderosas forças invasoras, para tal teve de inovar, como diz o velho rifão “se não és o maior tens de ser o melhor” força companheiros.
“11 por todos, todos por 11”


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Frase da Filosofa AYN RAND

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;

Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;

Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;

Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício;

Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada"

Filosofa AYN RAND

 

domingo, 17 de junho de 2012

O que nos resta a "indignação"


A onda assaltos a dependências Bancarias é uma constante, desta feita foi a CGD do Rossio de Abrantes, em pleno dia, à hora do almoço (com certeza não tinham dinheiro para o restaurante e resolveram ir à dependência mais perto) e foi feito com uma calma, (diz quem viu) pois que os clientes intervenientes neste pedido de empréstimo forçado saíram com calma e sem pressas.
         E nós, pacatos cidadãos, continuamos a assistir a assaltos a residências, e roubos de todo o tipo de materiais, ouro, cobre, ferro, alumínio, bronze, todos o tipo de materiais que possa render algum dinheiro, tudo isto se passa debaixo dos nossos narizes e impávidos e serenos, como se de um filme se trata-se e o mais curioso para não dizer outra coisa, e ser mal interpretado, é que ainda achamos graça, e há quem com responsabilidade governativa, considere que esta vaga de roubos e assaltos são “parâmetros normais”.
         "Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti, mas antes pergunta o que podes tu fazer pelo teu país"...discurso do presidente dos USA, John F. Kennedy nos anos 60.
Não podia ser este discurso, mais actual, com o continuar deste estado de coisas, a insegurança, e um descartar de responsabilidades por parte de quem tem responsabilidade na proteção da coisa alheia, aonde iremos parar?
         Tem o governo que tomar medidas urgentes, para pôr cobro a este estado de insegurança, é certo que estamos atravessando uma situação grave de crise económica e de desemprego, mas será esta crise a razão desta onda de crimes e de desresponsabilização de quem os pratica, a que estamos assistindo, os romanos na sua lei tinham uma expressão, "Dura lex, sed lex" é uma expressão em latim cujo significado em português é "a lei [é] dura, porém [é] a lei" - in Wikipédia.
Podemos e devemos pedir responsabilidades a quem nos governa e a quem tem a autoridade para aplicar as leis.
  - O que nos resta a "indignação" -

sábado, 31 de dezembro de 2011

Votos de um Bom Ano de 2012

Desejo a todos a continuação de boas festas.
             
Os votos de um bom Ano de 2012.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Combate ao desemprego e às importações - Planeamento agrícola

Creio que está na hora de o Governo implementar medidas de incentivo para a produção de cereais: Milho, trigo, cevada, centeio.

No próximo ano agrícola é imperioso que o Governo acerte com os agricultores metas para a produção cerealífera.

De forma a que Portugal tente atingir uma produção quantitativa de cada um dos cereais.

O Governo e as organizações de proprietários rurais e agricultores têm de acordar metodologias e metas.

Subsídios para não produzir não parecem razoáveis.

A produção de milho pode ser muito superior à que tem sido.

Os campos alentejanos têm de produzir para fazer juz ao dinheiro investido no plano de rega do Alqueva.

Não é aceitável que os agricultores mesmo em anos difíceis de intempérie deixem os campos sem serem cultivados.

Mesmo que as condições climatéricas não permitam as sementeiras normais, há sempre a possibilidade de semear trigo tremês, ou seja, trigo que tem um ciclo de crescimento muito rápido. Três meses - embora possam não ter de produção as sementes que o outro teria.

Não pode acontecer como aconteceu este ano, que só em Junho é que no Ribatejo foram semeados muitos campos de milho.

Seria bom que os portugueses também se habituassem a comer mais pão de milho, que é bom e cujo preço poderia ser menor, face às melhores condições de produção.

Costuma dizer-se que quem não tem cão caça com gato.

E quem diz cereais diz carne de bovino, de porco, de borrego, de cabra, frutas, legumes.

Há que fazer um planeamento adequado e mentalização para consumir o que é nacional e escoar a produção nacional.

O Pingo Doce, o Continente e outros distribuidores devem ter em atenção, primeiro a produção nacional.

Porque assim se cria emprego e se combate a dependência alimentar externa.

Esta tem de ser uma prioridade do Governo.

Por exemplo, facilitar às pessoas condições para criarem porcos como antes faziam, e diminuir a burocracia nas matanças de porco, que nos últimos anos atingiram a raia do absurdo, pois primeiro tinha de ser em matadouros e depois com uma carga enorme de burocracia.

No interior e até mesmo muito próximo de Lisboa há muitas famílias que poderiam criar um porco para o governo da casa, com os restos da cozinha, com umas cascas de batata, restos de fruta, uma pouca farinha e já está!

Um animal com 5 ou 6 arrobas -, 75 a 90 Kgs, dá como sempre deu um jeito enorme e poupa muito dinheiro nas famílias.

Aliás, em França e na Alemanha o Estado, e as Câmaras Municipais, têm terrenos públicos que entregam às pessoas para cultivarem.

Há milhares de portugueses que em Paris têm o seu bocadinho de terreno, nas "quintas familiares", onde cultivam legumes, frutas, criam animais.

Vamos ter cabeça para ajudar a vencer a crise, a criar emprego, a melhorar a vida dos portugueses.

Com a devida vénia ao Blog do Dr. José Maria Martins
Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011
josé maria martins

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A NOSSA EDUCAÇÃO

Só vendo, quase não dá para acreditar!
E a directora a tentar justificar o injustificável.
Isto é uma mostra do estado do ensino em Portugal.
Infelizmente não será o único nesta situação.
Jovens que passam o tempo a passear os livros.
Sem alguma utilidade, para o futuro destes jovens.
Criou-se uma cultura de desresponsabilização.

http://www.youtube.com/watch?v=OnINSyWX1yU&feature=player_embedded

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Trânsito em Rio de Moinhos VI

Na sequência da publicação pelo Jornal de Abrantes, no seu último nº 5486, de Julho de 2011 (ano 112), de uma reportagem da autoria da Jornalista Joana Margarida Carvalho, sobre a situação do trânsito em Rio de Moinhos, com a qual nos congratulamos, e louvamos pela oportunidade do tema.

Dou conta da última intervenção na Assembleia Municipal sobre este assunto.

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ABRANTES

Começo por saudar cordialmente o Sr. Presidente da Assembleia Municipal, Dr., Jorge Lacão, a Sr. Presidente da Câmara Dr. Maria do Céu Albuquerque, os Srs. Vereadores, os Srs. Deputados membros desta assembleia, a Comunicação Social e os munícipes presentes nesta sala.

A minha intervenção vai mais uma vez incidir sobre o problema do trânsito em Rio de Moinhos, peço desculpa mas já vai sendo tempo de estar de vez resolvido.

Democraticamente fez-se o que se devia ter feito, chamar a atenção para o problema que nos criaram com a solução encontrada, (Trânsito num só sentido ligeiros e pesados, quando a ideia que havia era somente alterar o trânsito pesado num sentido para as duas ruas) claro que não existem soluções perfeitas, mas podem ser sempre melhoradas, é notório que a presente situação agrada a alguém, alguém que passa ou tem de passar pela localidade, e quanto mais rápido o fizer melhor, pois perde menos tempo, e tempo é dinheiro.

Com esta solução encontrada transformou-se a Rua Direita, e a Rua Dr. João de Deus, em autenticas pistas de corrida, e neste caso quantos menos carros estiverem na via estacionados melhor, mas quem vive na rua direita sente-se injustiçado e prejudicado com esta situação.

O estudo do trânsito, apresentado pelo Sr. Eng. Mário Alves e equipa aos quais dou os meus parabéns, através de um censo, feito para o efeito provou, que não havia necessidade de um tão drástico corte nos dois sentidos do trânsito nas duas citadas ruas, não havia nem há, há sim é que disciplinar a forma de estacionamento.

Se na rua Dr. João de Deus (vulgo rua da chã), o problema se apresenta de fácil resolução, já a rua Direita, não será tão fácil, por isso mesmo apresentamos a alternativa da Rua da Fonte das duas Bicas seguindo para a Rua dos Combatentes, este espaço com cerca de 100 metros com os dois sentidos seria a solução ideal para esta rua, (esta alternativa seria só para os residentes na freguesia) (por cada vez que saímos da freguesia a caminho de Abrantes temos de fazer cerca de 1800 metros a mais) apesar de no estudo apresentado pelo Sr. Eng. Mário Alves, demonstrar que não há grande inconveniente em ter os dois sentidos (ligeiros) no seu percurso total, o que há é sim uma grande má vontade na sua implementação.

Fizemos o Abaixo-assinado, demonstramos pacificamente que não concordamos com o que se passa, e apresentamos soluções e a alternativa, para a Rua Direita, e encontrar a solução que melhor se adeqúe ao presente e ao futuro, de todos os riomoinhenses. Queremos melhorar.

Os cidadãos residentes na Rua Direita, sentem-se prejudicados e injustiçados, pois parece que não foi levado em conta o seu parecer, nem as suas justificações, não vão desistir nem baixar os braços, pois sabem que a razão está o seu lado, e a razão, mesmo vencida, não deixa de ser razão.

Consideramos que a não anuência em considerar, a alternativa que propomos, não passam de uma teimosia política e as outras objecções que são colocadas não passam de falsas questões, só com o objectivo de desviar as atenções da solução do problema.

Teve esta autarquia a hombridade na pessoa da Sra. Dra. Maria do Céu Albuquerque, de aceitar o abaixo-assinado e de o ter feito transitar para a alçada do Sr. Vice-Presidente Arq. Rui Serrano que o tomou em atenção desenvolvendo para isso as diligências, no sentido de resolver da melhor maneira a situação criada com o sentido único nas duas citadas ruas, mais uma vez expressamos a nossa gratidão, pelo empenho na sua solução, mas pelos vistos o problema está só resolvido a 90% faltam cerca de 10%, coisa pouca, e fácil de resolver, para ficar um trabalho 100% bem feito.

Temos a esperança que se resolva conforme sugerimos, seria a solução ideal.


Assembleia Municipal de Abrantes, 30 de Junho de 2011

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Sol do Mendigo

Olhai o vagabundo que nada tem
e leva o Sol na algibeira
quando a noite vem
pendura o Sol na beira de um valado
e dorme toda a noite à soalheira


Pela manhã acorda tonto de luz
vai ao povoado e grita
quem me roubou o Sol que vai tão alto
e uns senhores muito sério rosnam
que grande bebedeira!


E só à noite se cala o pobre
Atira-se para um lado e dorme



Este poema de Paco Bandeira, de uma simplicidade estrema, mas de um grande significado.

“Basta muito pouco para sermos felizes, só temos de saber aproveitar o que temos”.


terça-feira, 19 de julho de 2011

Hoje ler o "Expresso" é penoso!

O Dr. José Maria Martins no seu Blog, com a sua costumada clarividência, e habitual frontalidade escreve.




O jornal "Expresso" é, sem dúvida, hoje o grande ponta de lança do PS no ataque a Passos Coelho e ao PSD.

Pinto Balsemão está a ver o "Expresso" ser a grande arma para tentar condicionar o Governo/Passos Coelho e o PSD, e dessa forma impedir que seja privatizada parte da RTP.

Hoje ler o "Expresso" é penoso.

Está sem a qualidade que entendo dever ter em Portugal um jornal semanário.

E há anos que está assim, tem quilos de papel mas pouca uva!

Noticias como as relativas a Bernardo Bairrão e o pedido aos "serviços secretos" não passam de manchetes para vender jornal e criar atrito com o Governo e o PSD.

Esta estratégia nota-se também na "colaboração" que o "Expresso" tem com um jovenzito chamado "Esteves" que vai escrevendo artigos contra o PSD e contra Passos Coelho, que nem ficavam bem no PCP!

Que forças empurram esse Esteves?

Outro "comentador" é o inqualificável Daniel Oliveira, que vai destilando opiniões sem qualquer sentido sobre o Governo, o PSD, a Troika, os portugueses.

Que modelo político-social e económico tem esse individuo na cabeça?

A brincolândia?

Não se sabe bem qual a corrente de opinião, ou correntes, nem que forças o "Expresso" e a Maçonaria apoiam através destes indivíduos, que nem sabem bem o que defendem, não se sabe o modelo social e político que apontam e vão tecendo asneiras a torto e a direito.

Não parecem ter outra utilidade que não seja beliscar Passos Coelho, o PSD, a mudança.

São arautos do maniqueísmo e do imobilismo, tão querido à miserável maçonaria nacional, que nada mais sabe que não seja criar tachos para os aventais.

Ler o "Expresso" hoje só serve para saber o que diz, ler nas entrelinhas as forças que o movem e nada mais.

Passos Coelho desafinou os jornalistas do "Expresso" a mostrarem provas do que disseram sobre Bernardo Bairrão/serviços secretos e Passos Coelho disse ser mentira.

Pois bem, para mim Passos Coelho é uma pessoa honesta e não mentiu, logo quem faltou à verdade foi o "Expresso".

Deu para o "Expresso" vender mais alguns exemplares...

Depois, não passa pela cabeça de ninguém que Bernardo Bairrão pudesse ser Secretário de Estado, depois dos episódios de ajuda - e nem está em causa se intencional, mas parece não haver outra explicação - ao PS para silenciar a jornalista Manuela Moura Guedes e ajudar José Sócrates.

Fazendo o que os espanhóis da Prisa queiseram: apoiar o PS/José Sócrates e prejudicar os portugueses e Portugal.

Nem sei quem quis levar o Bernardo Bairrão para o Governo, e nem se isso foi manobrado por Espanha.

Mas foi uma má decisão que acabou sem efeitos práticos.

E bem!
Era o fungagá da bicharada se o PSD tornasse secretário de estado quem agir contra o PSD e a liberdade de expressão na TVI.
Bastou José Sócrates dizer que queria acabar com o "jornal das sextas" para a Prisa o fazer e usar Bernardo Bairrão para o efeito!
Segunda-feira, 18 de Julho de 2011

Publicada por josé maria martins em 22:45

sábado, 25 de junho de 2011

Cristina, um adeus.


Realizou-se hoje, o funeral da minha prima caçula, que não chegou a completar os 42 anos de vida, que faria no final do mês de Maio.
Foi barbaramente assassinada a 16 de Maio, pelo marido, Cristina de seu nome.
Que descanse em paz, junto dos seus entres queridos, os seus pais.