segunda-feira, 22 de maio de 2017

A Doença da RAIVA.
O  PAN - Partido Animal e Natureza. Quer proibir a caça a raposa. Com a proibição da caça á raposa o PAN está a contribuir para a sua propagação, a deitar por terra todos os esforços e trabalhos efectuados no seu controle, a pôr em risco a saúde pública.
A doença da RAIVA, o que é, como se transmite, cuidados a ter.

(http://www.mdsaude.com/2009/08/raiva-humana.html)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Muito interessante, espectacular, belo trabalho, é de louvar.

http://www.wilder.pt/historias/ingleses-mapearam-rota-migratoria-com-mais-de-9-600-quilometros-desta-rola-brava/

Investigadores da organização Royal Society for the Protection of Birds (RSPB) conseguiram mapear a rota migratória completa de uma rola-brava entre o Sudeste de Inglaterra e África. A ave viajou mais de 9.600 quilómetros e sobrevoou seis países.

"O arrulhar da rola-brava marca o início desta estação mas, nos últimos anos, este som tem sido mais difícil de ouvir em Inglaterra e em outros países europeus, como Portugal. Segundo a RSPB, esta é uma das espécies que regista um declínio mais rápido em Inglaterra, especialmente desde os anos 1970.
“Estudos científicos têm-nos mostrado que a causa principal para o declínio da rola-brava no Reino Unido é a perda de alimento para as aves nas zonas rurais, devido às alterações na paisagem agrícola”, disse John Mallord, investigador científico na RSPB."

terça-feira, 16 de maio de 2017






"Já tá explicado porque havia mais pessoas no marquês do que em Fátima. Pra Fátima foram a pé, pró marquês foram ao colo."

- Já vi desculpas com pior justificação. ahahahahahah Aprende-se com os erros, e "quem tem unhas é que toca viola," para o ano há mais, "a ver vamos como diz o cego". E amanhã é outro dia, e vamos trabalhar para continuar a ter bons resultados, de cantigas estamos fartos.

segunda-feira, 15 de maio de 2017



Glória aos vencedores, honra aos vencidos

http://rr.sapo.pt/artigo/83632/gloria_aos_vencedores_honra_aos_vencidos


"A uma jornada do termo do nosso campeonato é já conhecido o seu vencedor, o Benfica. Suportado por uma época de grande regularidade, mesmo sem ter jogado o melhor futebol em algumas das 33 jornadas já transcorridas, ao tetra-campeão assenta na perfeição o título acabado de conquistar.
Houve dúvidas quase até ao fim, mas o jogo frente ao Vitória de Guimarães, sábado à noite, no Estádio da Luz, dissipou-as completamente. De facto, aquele foi, talvez, o melhor jogo de todo o campeonato realizado pela equipa comandada por Rui Vitória.
A explosão de alegria deu-se logo a seguir. E, por todo o país e alguns pontos do estrangeiro, confirmou-se a universalidade de um clube que passou a ostentar justamente o galardão de um título repetido pela quarta vez.
Estão de parabéns os responsáveis, à frente dos quais o presidente Luís Filipe Vieira, todos os jogadores do plantel, e em especial o treinador Rui Vitória, tantas vezes alvo de críticas nem sempre justificadas, mas que nem por isso deixou de passar permanentemente uma forte imagem de serenidade e confiança em todos quantos com ele trabalham.
Logo a seguir situam-se, por esta ordem, FC Porto e Sporting. Mesmo aceitando algumas justificações para a época menos boa, a verdade é que terão ambos forçosamente de reconhecer o mérito do adversário que agora lhes fica à frente.
Mas não é menos certo que também dragões e leões ficaram com boas razões para se lançarem ao trabalho na próximo temporada na expectativa de que a próxima temporada lhes possa trazer algo de novo e diferente, para melhor.
Glória aos vencedores e honra aos vencidos. Mesmo com uma ronda por cumprir, que se enterrem todos os machados de guerra que alguns andaram meses a fio a esgrimir."

Ribeiro Cristóvão

Porque as considero muito oportunas faço minhas as suas palavras.

terça-feira, 25 de abril de 2017


O 25 de Abril

25 de Abril de 1974, 25 de Abril de 2017, 43 anos separam estas datas,  43 longos anos.

Não vou fazer grandes comentários, alias vou só propôr umas comparações;

Quem nasceu antes, quem nasceu despois.

E mais não digo.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Tribunal supende utilidade pública da expropriação para construir mesquita

http://ocorvo.pt/2016/05/26/tribunal-supende-utilidade-publica-da-expropriacao-para-construir-mesquita/



Providência cautelar trava utilidade pública da tomada de posse administrativa dos prédios da Rua do Benformoso, para se fazer nova mesquita. A decisão do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa foi anunciada, ao princípio da noite de quarta-feira, pela advogada do proprietário expropriado. Horas antes, em reunião de câmara, Fernando Medina reafirmara a intenção de prosseguir com a obra e garantia estar a cumprir a lei. Mas oferecia-se para chegar a uma “solução de consenso”, apesar de o “valor da indemnização ser determinado pelo tribunal, não pela CML”. Posição que mereceu o apoio de toda a oposição. PSD fala em populismo dos que criticam o projecto.

Texto: Samuel Alemão

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa aceitou a interposição de uma providência cautelar decretando a suspensão da declaração de utilidade pública da expropriação, com carácter urgente, pela Câmara Municipal de Lisboa (CML), de três edifícios situados na Rua do Benformoso que deverão ser demolidos para, no seu lugar, se poderem construir as novas praça e mesquita da Mouraria. A acção judicial havia sido movida pelo proprietário dos prédiosque reclama um valor de indemnização cerca de quatro vezes superior ao que lhe foi imposto (a rondar o meio milhão de euros). A autarquia deverá agora ser notificada da impossibilidade legal de prosseguir com o ato de execução da expropriação, que aconteceu na tarde de segunda-feira (23 de maio).

A informação foi divulgada, ao início da noite quarta-feira (25 de maio), pela advogada do dono dos imóveis, António Barroso. Horas antes, o proprietário aproveitara o facto de a derradeira reunião do mês do executivo camarário ser aberta ao público para, mais uma vez, manifestar o seu desespero com a forma como o processo tem sido conduzido. Nos minutos anteriores, o presidente da CML, Fernando Medina (PS), havia reafirmado a intenção de construir a mesquita, mas garantiu estar disponível para “encontrar uma solução de consenso” para aquela questão. Posição que mereceu o apoio e os elogios de todos os partidos da oposição, sobretudo do PSD.

Ao princípio da noite de quarta-feira, porém, Tânia Mendes, a advogada do proprietário alvo da posse administrativa – levada a cabo pela CML na passada segunda-feira (23 de maio) -, enviou um email à redacções, dando conta da novidade. “Na sequência de notícias avançadas por vários órgãos de comunicação social, e a pedido dos nossos constituintes, vimos esclarecer que o requerimento inicial da providência cautelar com vista a obter a suspensão da declaração de utilidade pública da expropriação, com carácter urgente, foi liminarmente aceite pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa”, refere a nota escrita.

“Segue-se agora a notificação a realizar pelo tribunal do requerimento inicial da providência cautelar à Câmara Municipal de Lisboa, sendo que, de acordo com o artigo 128º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, uma vez recebido o duplicado do requerimento inicial, não se pode iniciar ou prosseguir qualquer ato de execução da expropriação”, explica a mesma comunicação escrita enviada pela advogada aos jornalistas. Quer isto dizer que o processo poderá ter entrado num imbróglio jurídico, apesar de a câmara municipal garantir que “foi tudo feito nos termos da lei”.

Horas antes, em reunião pública de executivo, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Medina, dizia que a autarquia está disposta a chegar a “um acordo” com o dono de três imóveis expropriados na Rua do Benformoso, para que os mesmos venham a dar lugar às novas praça e mesquita da Mouraria. “Há interesse da Câmara de Lisboa em executar uma operação consensual para aquela zona. É minha vontade encontrar uma plataforma de diálogo com o proprietário”, afirmou o autarca, frisando o empenho da CML em ajudar a construir o templo, em nome da “tolerância” para com todas as confissões. No entanto, descartou responsabilidades no valor da indemnização, a qual foi “atribuída pelo tribunal e não pela câmara”, disse.

Usando da palavra no período antes da ordem do dia, Fernando Medina fez questão de abordar a polémica operação de tomada de posse administrativa dos edifícios a ser demolidos, para darem lugar ao novo templo da comunidade islâmica do Bangladesh. “A câmara tem-se pautado pelo apoio à actividade das diversas confissões religiosas, numa atitude – que me parece adequada – de não ter qualquer tipo de discriminação, apoiando as construções, na proporção e na medida das posses, das conjunturas, das partilhas e dos envolvimentos das próprias comunidades, mas também da relevância que estas infra-estruturas vão desempenhando ao logo do tempo. A CML tem, ao longo dos anos, apoiado as diferentes confissões religiosas, sem discriminação de qualquer tipo”, afirmou.


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Momento em que inquilinos e senhorio foram sujeitos à expropriação.


Fernando Medina recordou que a intenção de construção da mesquita “já vem de 2009”, integrada no mais amplo processo de reabilitação urbana da Mouraria, do qual faz parte o novo espaço público que ligará as ruas da Palma e do Benformoso, a Praça da Mouraria – sobre a qual se construirá o templo muçulmano. “A opção de fundo tomada pela cidade sobre esta matéria é conhecida há muito tempo, desde 2012 que se conhece o projecto de arquitectura, e é uma opção amplamente consensual do ponto de vista da solução e do desenvolvimento da cidade”, afirmou, antes de salientar que “a expropriação decorreu nos termos da lei, foi aprovada em reunião de câmara, tendo posteriormente a sua utilidade pública sido aprovada pelo Governo”.

Mas o autarca fez questão de declarar “a total disponibilidade da Câmara Municipal de Lisboa para que este processo decorra com normalidade e com acordo entre as partes envolvidas”. Lembrou, no entanto, que a indemnização relativa à expropriação dos prédios “foi estabelecida pelo tribunal, não pela Câmara de Lisboa, nesta fase do processo, não se constituindo como definitivos o valor e a forma sobre a qual se reveste este processo”.

“Ao contrário do que muitos dizem, não se trata de nenhum imóvel histórico ou classificado. Trata-se de um imóvel que sofreu uma intervenção do proprietário, que merece, naturalmente, o respeito e a devida ponderação dos valores em curso”, considerou.

Medina reforçou que os valores da expropriação são ditados pelo tribunal e não pela CML. E disse que “esta não é uma decisão definitiva, mas sim uma proposta para a fase amigável que decorrerá sobre este assunto”. Além disso, garantiu haver, da parte da câmara, “vontade e, mais que isso, todo o interesse em consensualizar uma solução para aquela zona”.

Para que tal aconteça, explicou, ele mesmo irá “promover uma reunião com os interessados, para que possa ouvir de viva voz alguns elementos que têm vindo a público e que, de todo, não eram de conhecimento alargado de todos os intervenientes”. “Farei isso com gosto e empenho”, disse. E avisou: “Quem se opõe à construção de mesquitas em Lisboa só tem uma resposta clara, de discordância: Lisboa é uma cidade aberta, que se baterá pela liberdade de culto e de sã convivência dos que escolhem cá viver”.

Estas palavras merecerem o total apoio do vereador António Prôa (PSD), que aplaudiu a intenção de Medina de promover uma solução de consenso. “Esta não é uma situação normal, é excepcional e deve ser encarada como tal”, afirmou o eleito social-democrata, apontando, contudo, a necessidade de se encontrar uma solução que contemple “o respeito pela propriedade privada”.

Prôa fez questão de “reafirmar, de modo claro e inequívoco”, o apoio à construção da mesquita, como já demonstrado antes pelo PSD aquando da aprovação do projecto em reunião de câmara. “Ser-me-ia mais fácil não dizer nada ou ir atrás de algum populismo que, infelizmente, graça na nossa sociedade. Sinto que é nossa obrigação, enquanto responsáveis políticos, contrariar essa atitude completamente irresponsável”, afirmou o eleito laranja.

“Devemos e temos obrigação de contribuir para construir uma sociedade tolerante e inclusiva”, disse o vereador social-democrata, notando que “Lisboa sempre foi uma cidade aberta ao mundo, somos exemplares há séculos”. “Um estado laico não é um Estado em que os seus agentes ignoram a realidade da sociedade. É uma sociedade em que os seus agentes estão sensíveis e próximos da sensibilidade dessa sociedade. Se há uma comunidade que vê como necessidade ter uma mesquita, acho que é obrigação do município contribuir para que isso se concretize. Bem esteve a CML no passado, quando fez o mesmo com outras confissões religiosas”, afirmou Prôa, considerando que este é “um sinal de tolerância” dado por Lisboa.

De seguida, o vereador do CDS-PP, João Gonçalves Pereira, lembrou que é importante separar “duas questões completamente diferentes, que não se devem misturar”. “Uma é a construção da mesquita, e aí a penso que não há nenhuma espécie de dúvida entre as forças aqui presentes em relação à posição do município. A outra questão tem que ver com a expropriação e aí, como o senhor presidente disse, deve haver uma tentativa da câmara para encontrar uma solução consensual”, afirmou o eleito centrista, alertando para o “erro” de misturar as duas questões. Gonçalves Pereira lembrou a “absoluta concordância do CDS com a construção da mesquita”. Já João Ferreira, do PCP, limitou-se a dizer que está “de acordo” com o projecto.

Sem comentários: Palavras para quê?







quinta-feira, 5 de maio de 2016

A Rota do contrabando do café 07 Maio






http://fugas.publico.pt/Noticias/360120_rota-do-contrabando-regressa-a-marvao



Sábado, 07 Maio 2016 8:00

Percurso do Contrabando do Café/Ruta del Contrabando del Café



O texto que se segue é da edição anterior, e é um exemplo.


(http://www.cm-marvao.pt/pt/lista-noticias/106-contrabando-cafe-2013)


(http://clubearlivre.org/node/2065)

V Rota Internacional do Contrabando do Café





Os caminhos sinuosos que marcaram a rota dos contrabandistas de café na zona de Marvão, vão ser de novo explorados, a 12 de Maio, no âmbito da V edição do “Percurso Internacional do Contrabando do Café”, numa homenagem aos antigos contrabandistas da sua raia.


Antes da partida marcada para as 8h30, junto à Igreja dos Galegos, poderá saborear as migas de pão com café do contrabandista, de seguida os participantes vão percorrer, durante um trajeto de 10,400 km, de dificuldade média, com um desnível máximo de 562 metros, e que recentemente foi considerada uma das melhores rotas sobre esta temática que existem na raia hispano-lusa. No final, pela hora de almoço, o convívio salutar será feito à mesa, num merecido almoço com cozido à portuguesa para todos os que se inscreverem.


 


Esta atividade constituiu o sustento de muitas gerações da nossa região, tendo havido, no passado, quatro pequenas indústrias de torrefação de café no concelho.


A prática do contrabando era de alto risco, realizando-se, por isso, maioritariamente durante a noite. As quadrilhas percorriam os trilhos acidentados e às patrulhas da guarda e dos carabineros cabia adivinhar qual a hora e o mapa que os contrabandistas utilizariam nessa noite.


Recorde-se que foi em Marvão que se realizou, em 2009, a primeira Feira do Café, uma iniciativa organizada pelo município e pela Associação Industrial e Comercial do Café (AICC). Este percurso encontra-se devidamente marcado dos dois lados da fronteira, constituindo como o primeiro trilho internacional ibérico. Este trabalho resulta também do Acordo de Cooperação Conjunta celebrado entre Marvão e Valência de Alcântara, com a colaboração do Parque Natural da Serra de São Mamede e da Junta de Freguesia de Santa Maria de Marvão.


Esta é uma razão saudável para se deslocar e conhecer melhor o território desta zona raiana, aproveite para saborear os excelentes pratos apresentados pelos restaurantes do Concelho de Marvão, porque decorre nesta altura a “Quinzena Gastronómica do Bacalhau”, que vai até 25 de Maio.

 


Autor: José Branco Carvalho





 “A miséria e o desemprego que afligiam portugueses e espanhóis nos dois lados da fronteira despoletaram uma intensa troca de mercadorias, sobretudo no período que vai da Guerra Civil espanhola aos anos 60. Contrabandear significava correr grandes riscos, desde o afogamento na passagem noturna de ribeiras até à prisão e mesmo aos tiros certeiros.”